categorias: Compras

Comprando roupas e sapatos na internet: Ainda vale a pena?!?!

Ai Carolina, que pergunta imbecil…Claro, que vale a pena comprar roupas na internet. Eu digo mais ou menos…Quem nunca (ou quem sempre) teve que ir devolver as peças porque não deram certo, não serviram, a qualidade não era legal ou o caimento não era bem o que você esperava. Eu quase sempre. Aí que tem que ir no correio(só de pensar me dá preguiça) embalar, ficar em uma fila monstra e esperar para ser reembolsada ou fazer uma troca que te sirva. Se não servir a saga recomeça. Sim, por essa e por outras as vendas da internet caíram e as pessoas andam de volta no velho e bom método de compra: ir até as lojas. Óbvio que nem só desvantagens vivem as compras pela internet, eu ainda insisto em uma compra on line quando eu não acho o produto em loja nenhuma, quando é uma edição limitada e não vou enfrentar filas em lançamentos(tipo as collections da C&A, eu ainda arrisco a compra) ou quando já experimentei a roupa ou sapato na loja e quero achar na internet um preço melhor. Nessas fico só de olho no que as marcas estão fazendo e ainda precisam melhorar no serviço pela internet para reconquistar esse público que está diminuindo.
Tudo nas redes sociais devem vir primeiro- Se o métier das marcas é a internet, porque não melhorar as redes sociais? Respostas rápidas, lançamentos à mostra em contas ativas e funcionando em todas as redes é o minimo que se pode esperar de quem pretende conquistar os consumidores.

Influencers ainda influenciam-  Pode não ser seu blogueiro favorito, mas de alguém certamente é. Por isso ainda é importante investir nesse tipo de divulgação. Pensar em uma pessoa que é a cara da marca(tipo público AAAA desfila para D&G e público C pode desfilar para uma marca mais popular, por exemplo)

Lala Rudge para Dolce Gabbana

Menor tempo de entrega e serviço de courier- Tem coisa mais chata do que esperar 10 ou 15 dias úteis para um entrega na internet(pasmem que tem muita marca que demora isso para entregar? Se a gente quer vestir a coisa rapidamente, não queremos esperar, né? ) ? Pior mesmo é só a roupa não servir e ter que ir no correio devolver. Mas, algumas marcas já estão apostando em serviços de courier que vão buscar a peça que não deu certo na sua casa.


See now, buy now ou comprando tendências- 
 As marcas tem que ser rápidas, lançou uma modinha tem que colocar à venda. Como a velocidade de informação é estonteante, se demorar para chegar na loja, a gente já enjoou e as coisas ficam encalhadas nas prateleiras. As grandes brands já colocaram o conceito chamado see now, buy now em prática. Acabou o desfile já tá na internet para vender ou tem uma ludjinha no próprio desfile. O consumidor não espera mais meses para um produto chegar.
E vocês acham que ainda vale a pena comprar na internet? O que sugerem para melhorar as compras on line?
categorias: Moda

Verdades que ninguém te conta sobre os biquínis da moda.

Nas últimas temporadas os trendsetters decretaram que a moda praia seria cheia de maiôs e biquínis com cortes espetaculares. Até aí ok, todo verão tem algumas novidades tipo modelos com franjas, correntes, recortes geométricos, rendas perfuradas para mais ou para menos complexidade. Confesso que acho lindo, moderno e cool e você(eu no caso) pensa: Quero preciso, não vivo sem um desses.

Aí eu estava lendo o Buzzfeed e WTF? Foca nas marcas que essas lindezas deixam depois de um cochilo no sol. A menos que você ame uma tatuagem natural feita pelo sol, eu aconselho você a pensar com cuidado antes de escolher o seu maiô.

Os biquínis e maiôs cheios de corte ou é a obra de alguém que não mora em terras tropicais ou não vai tomar sol, ou ainda alguém muito habilidoso no quesito aplicação de protetor solar(o que para mim já é um desafio não ficar manchada com um biquíni tradicional, então imagine o que acontece com um esses ai de cima).

Pois é, a vida real mostrando para nós que não dá para sair usando tudo o que a moda dita. E ai o que acham??

categorias: Famosos

Jout Jout e uma lição de vida sobre términos e fracassos como possibilidade.

Lá vem Carol, com textão. Amiga, não cansa? O ano tá acabando e você ainda da aí blabando para os outros(tipo minha voz do inconsciente falando). Bom, mas isso vem ocupando a minha mente e como não gosto de guardar nada para mim(gosto de fazer o fluxo do pensamento se espalhar, ainda bem que tenho vocês que me escutam). Bom, outro dia estava em um congresso científico de artes(naqueles de quem faz pós-doutorado. Sim, nem contei aqui que acabei a tese e emendei em outra viagem) e tinha uma mesa que discutia um tema bastante polêmico, tratava do erro e do fracasso como possibilidade.  Várias discussões no campo das artes sobre isso e como os artistas lidavam com isso, como transformação de processo e criação. Vortaaaaaaaaaaa. Ai veio a Jout Jout e anuncia um vídeo desses contando sobre seu término com o Caio(o namorado que muito tempo ficou “Escondido nos videos)

“Eu e Caio terminamos. Mas calma. Está tudo bem. Estamos felizes com essa decisão. Temos que parar de sempre associar término a fracasso. Porque tudo isso que a gente viveu junto foi só sucesso. Então, ao invés de ficarmos tristes porque acabou, escolhemos ficar gratos porque aconteceu. Tá bem? Então tá bem!”

Uma chuva de “nãooooo”, “acaba 2016′ e afins surgiu na minha timelinda e eu resolvi escrever esse textão. só para a gente pensar junto. Errar, terminar, acabar e outras palavras que denotam fins geralmente estão levam à ideia de fracasso, não deu certo. O que poderia ser ok ou estar associado à ideia de indicador mudanças de rotas e ou coisas da vida mesmo. Quem nunca perdeu uma coisa para dar espaço para outras coisas melhores, que variam de namorados novos a crescimento pessoal.

Parece que nos fins ou quando uma coisa não dá certo, ou ainda fracassam como gostamos de denominar, predominaram sentimentos extremamente negativos e imobilizadores. Mas, quem disse que acabar é ruim? E se for,  qual o problema de fracassar? Fracassar pode ser importante. Tudo depende de como você (me incluo) enxerga. É uma derrota e pronto ou pode ser uma possibilidade de superação que mobiliza para a ação legal que leve para lugares não imaginados. Sem levar em consideração que o “fracasso” faz parte da vida. Falhar, não dar certo não pode ser tão assustador. Gosto de pensar que embora as coisas não darem certo seja real, o fracasso é uma mais interpretação do que um fato em si.

Esse post não é sobre Jout Jout . Mas, estou com ela quando diz que a gente escolhe “ao invés de ficarmos tristes porque acabou, escolhemos ficar gratos porque aconteceu”.

E como você lida com o “fracasso’?