Jefferson Kulig e os nossos descontinhos

Meninas recebi esse material do Jefferson Kulig e já corri lá, pra ver. ADORO
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categorias: Semana de Moda

Carolina Herrera uma marca de Conceito

Estava sapateando e vendo como ia abordar a Semana de Moda de Nova York, afinal este é um blog que trata, entre outros de assunto de modas, e não poderia simplesmente ignorar este evento que impulsiona o mundo da moda. Mais para o fim da semana vou fazer um balanço do evento, com mais detalhes dos desfiles e etc.. Mas hoje o assunto é o desfile da Carolina Herrera. Que como poucos consegue manter uma das coisas mais difíceis dentro do mundo da moda, que é unir identidade e conceito.

Carolina Herrera sempre tem uma identidade(DNA) e um conceito por trás de suas coleções, que a torna célebre. Mas o que é essa identidade, esse DNA, que tanto se fala no mundo da moda? Identidade e DNA cada um tem o seu e faz de cada um inconfundível, único. A primeira palavra que me vem a cabeça quando penso em Herrera é elegância,talvez esse seja seu DNA. Conceito tem várias camadas, como costumo dizer. 1-Conceito da Marca.- Que ao meu ver é uma construção de anos, porque um conceito sólido bem construído o público precisa identificá-lo em segundos. Por exemplo: Por uma palavra, (elegância, ou outra) por um ícone,(Carolina) por associação, entenderam? No caso da Carolina Herrera ela é o próprio conceito da marca, que agrega e nos remete as associações que a marca quer “transmitir”.

2-Conceito da Coleção- É uma pesquisa mais focada no que o estilista quer “construir” especificamente para aquela coleção. Nessa temporada o desfile da Carolina Herrera teve uma inspiração oriental, percebida nas mangas, nos cortes angulares, nas dobraduras, nos cintos, nos chapéus, nas estamparias de flores.

Mas, o que a torna especial, que embora Carolina esteja, “andando” pelo oriente e que ela não perde o DNA de Carolina. É a gente consegue identificar, esse é um desfile de Carolina Herrera. Ou seja, o “conceito de coleção” não pode se distanciar do “conceito da marca”

Levando isso pro mundo prático, a gente sabe quando o quadro e do Da Vinci pelos traços, a Musica é dos Beatles pelos acordes e por aí vaí… 3-Conceitos das Campanhas de Marketing-Depois da coleção pronta, e desfilada. É hora de vender. E o conceito de campanha une todos os conceitos, (marca, desfile e marketing) a fim de vender os produtos associados a coleção. É aí que nos consumidoras entramos, com nosso VISA heheh

categorias: Moda

Por uma rede de informação mais ética

Pessoas
Queria falar sobre mil assuntos hoje, mas tem um que tá engasgado, um tempinho…
E, porque não compartilhar com vocês.
Tem a ver com moda, tem também.
Mas, tem a ver principalmente com informação e a qualidade dela, e o uso que as pessoas fazem dela.
E,  talvez mais ENFÁTICAMENTE a Ética na informação, seja ela no convívio, no trabalho, no veículo de informação (blog, twitter, jornal, revista, e etc..)
Esses dias sofri este desvio de informação, mas me valeu pra pensar..Como uma coisa dessa pode acontecer com alguém como eu, que sempre defendo as coisas certas, como pude ser “atingida” por distorções de informações.
Ai, a primeira palavra que me veio a cabeça foi Ética, ultimamente palavra bem esquecida no vocabulário de muitos.
Outro dia estava no Twitter (segue lá) e a Thereza Chamas, do Fashionismo minha1a paixão bloguística – e uma das blogueiras mais éticas de toda a blogsfera reunida- comentava sobre um termo que inventou de brincadeira no seu blog, e as pessoas se apropriaram de uma maneira indevida sem citar as fontes. Olha lá.



Qual é o problema das pessoas de dar a informação completa? Citar as fontes, as inspirações?
É claro, que nem tudo que a gente absorve de informação principalmente na Net dá para a gente saber a fonte. (As vezes a gente não tem informação completa, esquece enfim, tudo isso é normal, o que não é normal, é distorcer e se apropriar das coisas)
Apesar de achar válido obrigação procurar, mas até isso dá pra informar o leitor..e esclarecer..enfim..
Assim, você como veículo que informa não se compromete com:
1- Direitos de propriedade.
2- Falta de credibilidade
3- Informações erradas
4- Informações repetidas, sem seu olhar ou filtro (ou seja o mais do mesmo, o que acaba não te caracterizando como um veiculo de informação, mesmo que você seja um blog, e sim cópia de outras blogs…)
Na verdade, não existe uma regra que regulamente tudo isso, feliz ou infelizmente não sei,  mas acredito que as pessoas precisam de mais ÉTICA, que embora seja um conceito subjetivo como Aristóteles, nos postulou, sempre vale ser lembrada, seja nos blogs, seja na moda seja na VIDA.