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Ballet: o que levar para a aula

Acho SUPER importante fazer uma atividade física, manter uma vida saudável e etc, etc. Tudo com moderação e sem neuroses, cada um com seus gostos e objetivos. E para ser uma coisa legal, escolha de atividade tem que ter a ver com você. Hoje eu faço musculação(que confesso, não é assim um amor) e também sempre dancei. Foi nessa de fazer o que eu gosto que eu acabei trabalhando com dança. Faço aulas de dança para manutenção, e toda vez que saio de casa pra ir no ballet, meu marido me pergunta, o que eu levo nessa bolsa tão grande. Diante de tamanha curiosidade(dele é claro rs),  resolvi compartilhar com vocês.  Para quem faz ballet ou quer fazer prepara a bolsa, que tem bastante coisa pra levar pra aula. Quem não faz, se anima e vem comigo…

1- Coisas para o cabelo: Grampo, gel, redinha, pente fino, elástico e um spray para cabelos. Eu sempre uso gel, tenho pavor de cabelo caindo no rosto durante a aula.

Ballet

2- Para fazer aula: meia calça, collant, sapatilha de meia ponta , shorts ou saia de ballet, ( as vezes também  levo polaina  e casaquinho). Ballet

3- Para emergências: agulha, linha, tesoura e  talco.

4- Para aulas de ponta: sapatilha de ponta (levo várias sapatilhas, uma pra cada tipo de aula ou coreografia) esparadrapo(para evitar bolhas), separador de dedos(para não criar bolhas entre os dedos), ponteira(na verdade uso só uma proteção que faço com esponjinha), talco(para colocar dentro da sapatilha), micropore (para colocar nos calcanhares e evitar bolhas).

Ballet

5- Outras coisas: toalhinha, desodorante,  garrafa de água, thera -band(faixa elástica para aquecer), bolinha de tênis(para massagem nos pés) e uma barrinha de cereal.

Ballet 3

Bom, acho que é só isso. Esse último item poderia ter em qualquer bolsa de academia, né? E você o que faz e leva para suas atividades físicas?

obs: Para quem acha que já passou da idade de fazer ballet, saiba que tem inúmeras academias que trabalham só com adultos iniciantes. Já falei sobre isso aqui e o que usar na aula aqui. 

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Issa London, C&A, parcerias e preços.

Issa London C&A

Eu vivo reclamando que as roupas estão caras porque na minha opinião não valem o que são cobradas. Acho que no preço da roupa deveria estar incluso acabamento, tecido, modelagem, exclusividade, designer, e claro o valor SUPER relativo agregado a marca. Isso quer dizer que uma fast fashion deveria ter seus valores menores, já que o objetivo dessas lojas é justamente acessibilidade. Para tanto, eles dão uma economizada em uma coisa ou outra, seja por exemplo na qualidade dos materiais ou ainda na “falta” de exclusividade. Porque pensa não dá pra fazer milagre e fatalmente ao comprar na fast fashion você irá encontra alguém com uma roupas igual a sua. Se bem que isso não é uma regra, vide a popularização das marcas tipo LV que a gente encontra uma bolsa em cada canto(mas isso, é assunto pra outro post.) 

Bom, mas voltando ao assunto a C&A tem sido a campeã de parcerias já foi 284, Santa Lolla, Carina Duek, Isabella Giobbi,Ágatha, Anne Fontaine(esqueci de alguma da atualidade?) nem todas agradam e nem todas trazem um preço SUPER bom. Mas como vocês já devem ter visto por aí. A próxima parceria da C&A parece que vai abalar as fashionistas, nada mais nada menos que Issa London(aquela do vestido azul da princesa Kate). 

issa london c&a

Voltando aos preços, diferente da super bombástica parceria com Stella McCartney os preços da nova parceria parecem bem acessível variam de 39,00(um cinto) a 299,00(vestido). Até anima, mas aí vem a dúvida onde estará a economia na falta de exclusividade( que não me importo muito, porque cada um tem seu jeito de usar as peças) ou na qualidade? Aguardemos o resultado a partir do dia 11 de julho na C&A.

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Paramos no tempo

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Pensei muito antes de escrever este post. É um assunto muito complexo e, digamos, difícil de interpretar. Vai do ponto de vista de cada um, claro! Refleti alguns dias e descobri que a criatividade nunca acaba apenas diminui sua frequência. Descobri também que o certo não é reinventar e sim inventar. Recriar o velho já não faz parte do mundo do novo. Na blogosfera, o “look do dia” era novo e tornou-se popular. As “dicas de beleza” já foi hit, hoje não é mais. Os editoriais publicados já não tem mais conceito para seguir. Essa falta de novidades criou um buraco no segmento e tá cada vez mais difícil de taparmos como antigamente. Você se lembra da época que as semanas de moda eram as mais faladas? Nunca me esqueço da época que todos esperavam a Anna Wintour passar com uma alta costura e a euforia que coleções bizarras/fora do normal/incríveis do Alexander McQueen causavam. Hoje só se fala de socialite. Migramos de reprodutores de conteúdos para colunistas sociais (eu me incluo também!). Aquela concorrência deliciosa dos blogueiros já não existe mais. Os já consolidados continuam no topo e os novos lutam para chegar lá, com muito sofrimento, nesta época de déficit de conteúdo. Até o Twitter, palco de muitas brigas e discursões entre os fashionistas, sumiu. Aqui estou eu, que nem sinônimo para a palavra “fashionista” eu encontro mais. A única coisa que tenho a dizer é: paramos no tempo.

 

Daniel Praxedes

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