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O baile de máscaras da Dior e um possível discurso a favor das mulheres.

Dior tem dado o que falar…Sim, a marca está trabalhando em uma mudança de posicionamento(vocês lembram quantos anos passei achei duvidosos os modelitos Dior)  que tem me chamado a atenção. Desde que assumiu como diretora artística a Maria Grazia Chiuri tem realizado ações que me faz acreditar que sim, a marca tem trabalhado com as causas feministas(Tanto que a camiseta “Todos deveríamos ser feministas” bombou na Womens March. Não vou considerar o quão elitista isso pode ser, mas vamos focar nas coisas boas). Sim, a estilista também trouxe sua marca registrada entre fadas e encantados que por anos fez a cara da Valentino(antes da Dior Maria Grazia era da Valentino).

Bom, depois do desfile da marca que aconteceu dias atrás, Dior comemorou o sucesso com uma festa, no Museu Rodin( um dos meus museus favoritos no mundo) transformado em um palco fantástico, repleto de unicórnios, cartomantes e luzes brilhantes. Mas, o que tudo isso tem a ver com feminismo? Talvez nada, mas talvez tudo, depende dos olhos de quem vê…

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O destaque para mim desse baile foi de fato Bella Hadid, que a meu ver rompeu as fronteiras dos mamilos à mostra, saindo do conceito da passarela para a vida real. O modelo é bem parecido com esse aqui ó, mas ela abriu mão do top. Sim, ela ainda é uma modelo. Não, mostrar os mamilos não é uma novidade. Mas, o que me chamou a atenção foi o jeito “natural” e delicado que foi mostrado. Longe (na minha opinião, que fique claro) de uma exposição sexual ou objetificação, mas sim com um discurso embutido do tipo: a gente pode, a gente quer e vestimos o que dá na telha… (Aproveita e rola o slide e dá uma olhada nos looks da Chiara Ferragni, da Kendall Jenner-super bonequinha de luxo e da Eva Herzigova, só porque a gente-eu no caso- ama ver looks de celebs)

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Pode ser tudo uma viagem da minha cabeça, mas quando uma marca grande defende essas causas para mim  quer dizer que pode ser que a moda pegue. Agora, vamos torcer para que não vire apenas um apelo comercial e sim um verdadeiro apoio as causas dos direitos de nós mulheres.

O que vocês acham que isso vira?