categorias: Famosos

Os looks do prêmio geração glamour.

Nesses dias de red carpet brazuca, amo acordar cedo (a parte do acordar cedo é mentira) para dar uma fuçada na internet para ver os looks das moças que passarem pelo evento. Ontem rolou o Prêmio Geração Glamour e tava cheio de celebs brazucas para gente tricotar sobre os looks.  Qual o objetivo de postar tanto look?? Olhar e comentar mesmo (affe, Carol, como você se contradiz-lembra aqui– Sim, eu sou essa pessoa confusa e que muda de ideia conforme a lua). Deixa de blá e vem…

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Vamos começar com a Bruna Marquezine que voltou ao foco depois da volta do namoro com Neymar(morde a língua agora e se envenena, Carolina). Observações nada a ver à parte, foca no look. Eu se fosse em uma premiação assim evitaria o preto, acho óbvio, o modelo tem se muito uauuu para arrebentar(sou dessas se não for para causar fico em casa). Mas, acho que depois de todo o calor que a Bruna passou no Baile da Vogue(olha aqui) , ela resolveu tá mais fresca e com o cabelo preso.

Vim aqui me redimir com a Adriana Biroli, que sempre acho sem graça. Pelo menos dessa vez o look tinha todo uma paranauê e uma fenda de respeito. Amei que ela botou as pernas para jogo.

Se você nunca ouviu falar na fia, no namorado dela com certeza, beijo Cauã Reimond. Bom, mas embora eu não tenha gostado do decote(achei meio deixou o peito meio cubista) eu amei que o brilho iluminado do vestido foi parar no braço(aloka do iluminador, tamo junto miga).

Como escolher o look mais sem graça do universo, fale com Mariana Rios. Esse shape que empapa o tecido na barriga não deu bom.

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Galeria MahamudraXXXX(Faz favô de prestar a atenção nos looks das moças, esquece os moços)- Achei interessante o look da Pugliese, meio art decó (repara que hoje tô toda trabalhada nas referências das artes??) Mari Gonzalez (ex-panicat) tava toda cheia de referências de moda atuais. Amei que tava comportada no terninho com um quê  sexy. Adoro a Shantal, mas acho que ela descobriu que ia no evento de última hora. Pediu o vestido da mãe emprestado e não deu tempo de fazer make e cabelo.

Deusa né amores??! Como consegue ser tão simples e tão linda?

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 As moças de branco-  Fiorella tava de Dior aquele que todo mundo já usou. Amo esse modelo, mas já vi tanta gente usando que passo. Thaila Ayala ainda tô na dívida de seu vestido, mei confuso, mei estranho. Tá sobrando pano nesse vestido da Renata Kuerten, vocês não acharam? Luciana Gimenez parece que tava tensa com sua escolha.

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As moças de preto- Não, não gosto de tomara que caia, mas achei digno esse da Fê Paes Leme. Ana Paula tava Oscar, não sei se tava muitooo, tô confusa. Carol Trentini um dos meus favoritos, amo um decotão nessa vibe.

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Pathy de Jesus estav bem deusa com esse brilho ofuscante. Julia Faria achei esquisito, essa bolsa tá enorme e o shape é bem pijaminha, não que eu não ame pijama, mas… Karina Bacchi grávida e linda, mas com o vestido da Rigor trajes de Aluguel.

Mariana Weikert tava meio gato de botas, mas confesso que gostei.

Musa é musa e pode se fantasiar de princesa da Disney que fica lindaaaaa.O prêmio tinha uma referência(ou seria um patrocinador?) do filme e Sabrina não teve dúvida, colocou um vestido de Bela, cheio de flores penduradas.

 E aí gente o que vocês acharam???

categorias: Beleza

O que é um pontinho diferente no meio do olho?

Sim, o titulo foi levemente inspirado naquelas piadas infames dos pontinhos verde, amarelo, preto e de qualquer cor. Enfim…você sabe o que é  um pontinho diferente no meio do olho? 

A moda chamada de dot eyeliner se infiltrou nos nossos feeds Instagram, passarelas e óbvio nas celebridades. Não é nenhuma novidade, a moda vem dos anos 60, não podemos esquecer que Twiggy pontilhou sua linha inferior para enfatizar seus cílios. Embora, seja uma coisa super vinda das passarelas e modelos, acho que funciona super bem na vida real. Olha a Joyce do Gostei e Agora?, como está linda com os pontinhos.

Confesso que acho gosto acho fofo, dá para ser lúdico, dá para ser colorido, dá para ser carnavalesco, dá para ser feliz nas makes da vida real. Bora apontar os lápis de olho e se jogar nos pontinhos?

categorias: Comportamento Moda

As camisetas de protesto estão na moda. Deu bom ou deu ruim??

Lá vemmmmm as pautas da discórdia. Bom, só para a gente começar: toda história tem dois lados ou mais. Mas, acho que a gente precisa analisar sempre antes de achar tudoooo legal. Sabemos que algumas questões estão fervendo no mundo todo, como o espaço das mulheres na sociedade, de uma maneira mais ampla, a desvalorização de um padrão de corpo e a valorização da autoestima feminina, questões de gênero, étnicas raciais. Enfim, são muitas pautas que estão tomando conta de nossos pensamentos e de nossos discursos, mudando nossos pensamentos ou pelo menos fazendo a gente refletir sobre.

Bom, mas o que tem de bom e de ruim nisso? Tenho, particularmente, um pouco de receio quando a coisa toma uma proporção gigantesca. Por um lado é ótimo, tem certas coisas que o mundo precisa saber e a gente tem mais é que fortalecer as discussões popularizando e saindo de alguns nichos que já levam essa discussão por anos. Então, devemos comemorar que a a indústria da moda, conhecida por se esquivar da expressão política ou cultural, usar as passarelas, convocando  influencers e fashionistas para expressar opiniões em meio ao glamour da New York Fashion Week?

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Eu respondo: tenho minhas dúvidas. Sim, algumas marcas arrecadaram dinheiro com as vendas dos produtos para as instituições ativistas. Mas, por outro lado a marca Prabal Gurung(que fez algumas camisetas que estão nesse post) disse que recebeu uma ótima reação dos seus parceiros de varejo, como Bergdorfs, Saks, Neiman, Nordstrom, além de outras lojas e clientes.  Fico pensando se não seria apenas um pegar carona nas discussões para vender mais produtos e promover  a marca. Outro ponto que levanto é a banalização da discussão que pode enfraquecer. Percebe que existe uma diferença entre popularizar e ampliar e banalizar? 

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A Carla do Modices, por exemplo, tem uma coleção sobre empoderamento feminino, mas nós sabemos que ela promove há anos discussões e ações sobre essa pauta e não apenas resolveu pegar carona no assunto. Ela populariza e não banaliza. Na verdade meu grande receio é que as discussões nessa marcas, que não tem tradição em defender causas, fiquem apenas na camiseta e se pautem em promoção comercial. Por outro lado essas grandes corporações podem levar as pautas para lugares não alcançados. São muitas dúvidas que pairam sobre a minha cabeça.

E vocês, o pensam sobre isso?